segunda-feira, 10 de junho de 2013
Estação Cocotá
Niterói 4:00 da matina, meio dormindo, meio sonhando com teus olhos de promessas, meio pensando como o instinto de sobrevivência fala mais alto nesse momentos. Não tinha a menor ideia que teria um dia de “cocotá” nas próximas 24 horas.
Peguei um taxi para o Caju que é um lugar naturalmente “cocotá”, mas com nevoeiro nessa hora, parecia um filme de terror. Não tinha escolha, afinal estava indo para um “workshop”, em um “Resort” com todos os “Stakeholder”.
Entrando na Van, não parava de pensar: Que “cocotá” estou fazendo aqui? Podia está curtindo uma praia, aprendendo algum prato novo com a Ana Maria Braga, ou simples fazendo “cocotá” nenhuma no cafofo. Lembrei do “my friend”, que sempre falava : Precisamos vender areia no deserto o tempo todo. Ele sim era um ótimo vendedor. O tipo de pessoa, que você toparia ir para marte, sem duvida nenhuma.
Na hora de volta, peguei uma carona, achando que teria um final feliz. Obviamente foi uma “cocotá”. Um transito caótico, tudo parado na brasil, ponte, linha vermelha, amarela, azul, verde. Acabei parando na “Cocotá station/Estation Cocotá”, esperando 1 hora pela barca ( velha claro, que demora uma eternidade), 1 hora para atravessar a “cocotá”.de Guanabara e claro mais outra horinha para chegar em Niterói.
Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?”
A vida é cheia de surpresas, jamais imaginei que seria salvo pelo aquele patinho.
Cheers
Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
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